03 novembro, 2005

Amor próprio

Muitos dos meus amigos e amigas, quando lhes digo que devem ter amor proprio, ficam na dúvida, se isso nao pode ser considerado, vaidade, egoísmo, etc.. Dentro do que eu chamo amor proprio, e o que se sub ententende por isso, é que devemos por obrigação gostar de nós, e mesmo quando tentam destruir as nossas bases, não o permitirmos, e mostrar que somos melhores, que mesmo quando tentam por-nos a chorar, somos auto suficientes para nos manter-mos alegres, vivos, cheios de força, e pensarmos que aqueles que hoje nos fazem mal, um dia terão alguém que lhes faça mal a eles, e quem sabe, se um dia, já nós lhes fizemos mal a eles, e , estaremos a receber o que merecemos.
Posto isto o que eu digo é que devemos manter o nosso amor proprio no cimo, e se pensarmos que se ajudar-mos alguém esquecemos os nossos problemas, então façam la alguma coisita pelos outros, e verão que o vosso exemplo fará com que, para além de esquecerem os vossos problemas, ficam com a vossa alma mais leve e mais alegre, porque ao ajudarem os outros e ao verem-nos alegres, isso contagia-vos e faz com que até parece uma tarefa de menos importância, e faz com que as vossas energias subam muito, e vos valorise. Que tal termos amor proprio, por forma a poder dar um pouco de nós aos outros, em vez de andarmos a chorar pelos cantos e a lamentar-nos da vida que temos??? vamos nessa? butes para a alegria???

eu ja fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

beijos a quem é de beijos

2 comentários:

Undisclosed disse...

Ainda dá para apanhar o comboio? se der compro o ticket no Mb e tou prontinho a ir!!
Abraço gajo!

Carlos disse...

Olá Mirito,

Também vale a pena estar triste com que o que de mau nos acontece, se só com o sofrimento crescemos? talvez por isso se diz que "há males que vêm por bem"...

Já estou como o Fernando Pessoa:
"Pedras no caminho? Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo...".

Já sei que é difícil manter o bom humor quando parece que o mundo se desmorona à nossa volta... mas vale a pena tentar, pelos nossos amigos e por nós mesmos.

Adoro os teus textos.

Abraço,
Carlos